Agora, agora e mais agora: seis memórias do último milénio 03 – memória terceira: da globalização

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A terceira memória faz‑se em torno do ano 1500 d.C. e trata de “globalização”. Começa pela prisão de Damião de Góis às mãos da Inquisição em 1572 e recua pela sua cronologia até ao tempo em que ocorrem os factos de que era acusado: quando conviveu com Erasmo de Roterdão naquilo a que se poderia chamar o “Projeto Erasmus” ou o “Programa Erasmus” de 1500, que também era então viajar pela Europa, visitando Erasmo na cidade em que ele estivesse. Retrocederemos para chegar à Antuérpia do início do

século XVI e àquela ocasião, típica de um Programa Erasmus, em que um marinheiro português desconhecido se encontrou com Thomas Morus e, talvez numa taberna da Flandres, o inspirou para a ideia da Utopia. Esta geração é a primeira a enfrentar de forma consciente a realidade da globalização na sua acepção mais concreta, a de que o planeta é um globo que se pode circum‑navegar, mas também a preocupar‑se com a precariedade dos laços sociais nas grandes cidades europeias.

É a primeira, por exemplo, a falar de erradicar a pobreza através de subsídios aos pobres.