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Colecção A Guerra 03 - Movimentos de libertação (7, 8 e 9)

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Depois das chacinas da UPA no início do ano, a reacção militar portuguesa ficou para a História como um massacre. Ao longo d’O Ano que marca a história (o primeiro episódio deste volume) vemos os movimentos de libertação que começaram a aparecer por todo o continente. No segundo episódio - A Guiné, depois de Angola – conta a ascensão do PAIGC que avança para a luta armada e o terceiro a formação da FRELIMO em Moçambique - Moçambique, nova frente. Em 1964, Portugal estava perante três frentes. É então que o 10 de Junho – “dia de Portugal e da raça” – passa a homenagear as Forças Armadas numa guerra que apesar de ter sido tabu na sociedade portuguesa, “careceu, durante muito tempo, de um tratamento com o tipo de exaustividade e rigor que Joaquim Furtado pôde emprestar”, escreve Pedro Aires Oliveira no prefácio do volume.


7.º Episódio: O ANO QUE MARCA A HISTÓRIA

Em Janeiro, os povos da Baixa do Cassange entram em greve contra a cultura obrigatória do algodão. A reacção militar portuguesa ficou para a História como um massacre. Pouco depois, as chacinas da UPA que marcam o início da guerra, estimulam outros africanos independentistas. Disparados pelo MLG, soam os primeiros tiros na Guiné. Ainda em 1961, a invasão de Goa marca o início do fim do Império. Dominada a situação em Angola, Salazar dispensa as reformas de Adriano Moreira. 

8.º Episódio: A GUINÉ, DEPOIS DE ANGOLA

A UPA transforma-se em FNLA e o MPLA cria a sua própria guerrilha. Os dois movimentos angolanos irão combater-se durante toda a guerra. O exército tenta impedir as infiltrações através das fronteiras com o Congo. Mas é das fronteiras da Guiné-Conacri que surge um novo desafio. Em Janeiro de 1963, o PAIGC avança para a luta armada na Guiné. Meses depois, Salazar plebiscita a sua política numa grande manifestação a que assiste a americana Janet Mondlane, mulher do líder da FRELIMO.

9.º Episódio: MOÇAMBIQUE, NOVA FRENTE

A repressão em Mueda empurra os moçambicanos para a formação da FRELIMO. Sob a direcção de Eduardo Mondlane, o movimento organizará a luta armada, entretanto iniciada por outro movimento. Em 1964, Portugal está perante três frentes. A mais difícil é já a da Guiné onde decorre, durante mais de dois meses, a operação Tridente, uma das maiores de todo o conflito. A guerra está no centro da vida do País. Chamado “dia de Portugal e da raça”, o 10 de Junho passa a homenagear as Forças Armadas.


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